Além do que se vê

Salve, povo!

Como disse a alguns posts e vários dias atrás, as aventuras com minha câmera digital evoluem cada vez mais. Tem horas em que até penso que estou pegando o espírito da coisa, mas nada como as boas sandálias da humildade para constatar que o caminho é longo até pode olhar para minha obra fotográfica e identificar ali algo de excelente qualidade.

Tentei andar na contra-mão dos fotologs, fazendo uma espécie de site apenas para as fotos sem a necessidade de comentários ou coisa assim, mas tive que ceder à comodidade apresentada pelos flogs da vida. Assim sendo, convido a todos para visitarem mais uma grão de areia que lanço neste mar chamado internet: Além do que se vê, o fotolog que promete não ser mais um daquilos porta-retratos umbiguistas que tanto circulam por aí e tem a pretensão de desafiar o visitante a buscar um novo olhar sobre as imagens.

http://fotolog.terra.com.br/alem

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O amor é cego
Os apaixonados agora têm argumentos científicos para justificar suas escolhas românticas, por mais estranhas que pareçam aos olhos alheios. Segundo pesquisa da University College London, na Inglaterra, os sentimentos amorosos reduzem a atividade nas regiões do cérebro responsáveis pela avaliação crítica e negativa. O estudo sugere que, quando você gosta de alguém e se familiariza com a pessoa, o cérebro suprime a necessidade de julgar o caráter e a personalidade dela. Ou seja, a pesquisa traz provas neurológicas de que o apaixonado não consegue enxergar nada de errado no seu objeto de desejo. Ou, como se diz por aí, o amor é cego.

fonte: Revista Criativa




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